Extra Hiper da barra da Tijuca - RJ

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Visão panorâmica do #ExtraHiperBarradaTijuca, RJ na Avenida das Américas,1510. Novo horário de funcionamento: De 7 até meia noite diariamente. Foto: Graciano Caseiro

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

PAPO AMIGO ENTREVISTA O CANTOR FRANCISCO KINHO


Por Graciano Caseiro

1. Qual foi o 'click' da sua arte que despertou esse talento?

FK: - Primeiramente Graciano, quero agradecer o espaço pra contar resumidamente sobre minha vida no que diz respeito à música.
Bem, o click inicial pra musica na minha vida vem da minha infância, fui criado num ambiente muito musical cresci vendo meus dois tios tocando violão e duas de minhas tias tocando piano, as outras filhas entre elas a minha mãe cantavam muito bem, cresci também no ambiente cristão na igreja congregacional onde comecei minha vida como musico e cantor, meu primeiro instrumento foi um teclado dado pelo meu pai em 1990, em 1993 ganhei meu primeiro violão dado por minha mãe e logo em seguida em 1995 meu primeiro baixo, instrumento esse em que me apaixonei e hoje é o meu instrumento principal, estudei basicamente em casa nunca freqüentei um curso de musica, mas acho muito importante para a qualificação e instrução do musico a freqüência em algum curso de musica lembrando que os estudo e esforços em casa são muito importantes, um fato curioso e legal sobre isso na minha vida é que eu queria muito tocar violão e minha mãe comprou um violão pra mim em 1993 e eu disse a ela, vou passar as férias na casa da minha vó e quando voltar vou estar tocando, dito e feito, voltei depois de um mês tocando umas três musicas do grupo legião urbana depois de muitas horas sentado com um monte de revistas cifradas e revistas de métodos para violão, lute e conquiste o seu sonho.


2. Qual o fato ou pessoa que teve mais influência na sua atividade?

FK: - Como disse, além dos meus tios e a necessidade de ajudar na igreja, várias bandas e nomes me influenciaram como musico entre eles, a Banda Catedral, Banda Novo Som, Oficina G3, Katsbarnea, Resgate, Rebanhão, Complexo J, Claudio Claro, Adhemar de Campos e Asaph Borba entre muitos outros na musica cristã, além é claro de talentos individuais como o Julio Cezar (banda catedral), Lenilton Silva (banda novo som), Abraham Laboriel e nomes da musica secular como Arthur Maia, Jaco Pastorius e John Patitucci, foram importantes nos meus estudos e na formação musical. 

3. O que você gostaria de ver divulgado, do seu trabalho, nesta entrevista?

FK - Bem, trabalhar com musica é muito difícil e somente Deus para nos dar força e dizer que é possível concretizar um sonho, depois de muitas decepções e ansiedades digo que em 2016 volta na vida o retorno do projeto do meu primeiro CD, com minhas próprias composições, creio que o projeto deverá ter seu fim até meados de novembro desse ano, pra mim a melhor divulgação seria a de que voltei com tudo no sonho da gravação do primeiro CD e que vem novidades assim como o CD de musicas para crianças mas esse somente para 2017.




4. Qual é a principal 'mancada' no Brasil, em se tratando de incentivo ao artista? É difícil ser artista neste país? O que poderia ajudar

FK: - Falta realmente um amparo maior pra aquele que tem na arte o seu sustento, e quando digo arte digo em toda a sua plenitude como por exemplo uma pessoa que cozinha super bem passando pelo artista plástico, pela dança e música e etc, creio que abrir mais casas artísticas ou reformar as que estão ai juntamente com uma publicidade maior ajudaria e muito, uma outra idéia seria concursos artísticos para buscar no escondido talentos promissores antes sem incentivo.

5. Conte um pouco sobre carreira e onde deseja chegar.

FK: - Então, comecei muito cedo como compositor, quando criança (5 anos) compus três musicas onde uma estará em um outro projeto meu para o público infantil, onde terá a participação da minha filha Manuela (6 anos), como cantor visitei muitas igrejas levando a palavra de Deus através de canção, antes havia passado por uma banda secular  composta por eu no baixo meu irmão na bateria e mais dois primos, senti no coração de não prosseguir com eles e sai da banda eles até depois fizeram alguns shows com anuncio em rádio mas depois cada um tomou o seu lado pois como disse anteriormente viver de música e arte é muito complicado, me dediquei somente a musica cristã me aperfeiçoei, participei de congressos do movimento de adoração profética em 2002 e isso contribuiu para minha expansão profética e entender que a música pra Deus precisa tocar no coração de Deus pra tocar no meu conseqüentemente. Fui baixista do grupo no bairro de Bangu, mas infelizmente o projeto parou já no final das gravações, isso e outras coisas me enfraqueceram e fizeram me afastar da música, fui empresário, voltei ao mercado de trabalho uma vez que sou formado em Economia e trabalhei em uma construtora, mas Deus me incomodou e decidi nesse ano de 2016 dar continuidade aos sonhos dele na minha vida, que conseqüentemente é o meu grande sonho, desejo chegar ao coração de milhares de pessoas sedentas por uma palavra de salvação, desejo ser usado cada vez mais por Deus. Hoje por enquanto atuo como músico somente na minha igreja, comunidade internacional da zona sul em Campo Grande, onde completarei 10 anos como membro em outubro deste ano.


6. Como um site www.gracianocaseiro.blogspot.com.br pode contribuir para 'os artistas', na sua opinião?

FK: - Fiquei muito feliz em ter recebido esse convite, conheço o Graciano há muito tempo, o conheci através de um amigo em comum o Alcir que faz um trabalho importante com a capacitação e qualificação de pessoas, todo canal que ajuda a divulgar e abrir portas para que pessoas com dons possam contar suas vivências e experiências é muito importante, sei da idoneidade do Graciano e da sua vontade de contribuir com o crescimento da arte e da natureza, pessoas assim movem o meu coração, fiquei sensibilizado e pode contar comigo Graciano, estamos juntos!


Um comentário:

  1. Lembro como se fosse ontem , você cantando enquanto eu tocava Bltz. Parabéns, sucesso. Tio néo.

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