DOAÇÕES E CAMPANHAS SOCIAIS SOMAR PARA DIMINUIR

DOAÇÕES E CAMPANHAS SOCIAIS SOMAR PARA DIMINUIR
A doação de alimentos é, talvez, uma das melhores ações sociais que podemos fazer em qualquer época do ano e a ASSOCIAÇÃO SOMAR PARA DIMINUIR tem o compromisso de não levar apenas mais um sopão para a população em situação de rua, e sim, uma forma de ajudar o próximo. A sua doação é sempre bem vinda. Esse ano teremos muitas novidades!! As instituições parceiras vão estar com suas barraquinhas. Durante o período de 21 de maio até 31 de agosto de 2017, estaremos realizando a CAMPANHA SOU SOLIDÁRIO, e com a ajuda de vocês, das redes sociais, estamos arrecadando doações. O que doar: agasalhos, cobertores, roupas para crianças, adolescentes, mulheres e homens, alimentos não perecíveis, brinquedos, cadeiras de rodas, material de limpeza e higiene pessoal, leite em pó, utensílios domésticos, que vai ajudar a proporcionar um benefício a algumas instituições parceiras do Projeto somar para diminuir, para mais de 150 famílias de pelo menos algumas instituições assistidas. Para contribuir é simples! POSTO AUTORIZADO: IEQ VÍTOR ALVES - Rua Vítor Alves, 414 - Campo Grande - RJ INFORMAÇÕES: ZAP 21 99943 9537 PÁGINA OFICIAL: https://www.facebook.com/associacaosomarparadiminuir/

domingo, 7 de fevereiro de 2016

PAPO AMIGO ENTREVISTA GABRIEL RICARDO FACRE

Por Graciano Caseiro

1.     Qual foi o 'click' da sua arte que despertou esse talento?
Meu contato com a música começou desde muito cedo. Meu pai era músico, minha é cantora e desde que eu me entendo por gente eles estimulavam isso no meu desenvolvimento. Comecei a cantar aos 6 anos na igreja com meus pais, mas foi aos 13 que compus minha primeira música por causa de um festival de música na escola. Posso dizer que a escola também teve papel fundamental no meu desenvolvimento artístico. Foi participando dos festivais escolares e tendo apoio dos amigos que comecei a levar a composição um pouco mais a sério. Fiquei um tempo parado, depois comecei a fazer aulas de teclado e voltei a compor músicas novas. Daí uma coisa foi levando a outra, até que em 2011 decidi começar a gravar algumas das minhas músicas em estúdio pela primeira vez. Dois anos depois meu primeiro EP “Inspiração” estava pronto. Eu sonhava entrar em estúdio, gravar uma criação minha, mas esse foi só o primeiro passo.

2. Qual o fato ou pessoa que teve mais influência na sua atividade?
Começou de fato na escola, quando a professora de música decidiu fazer um festival. A regra era que os alunos compusessem uma música original. Compus pela primeira vez e o que me motivou naquele e nos anos seguintes foi a reação das pessoas. De apresentação em apresentação, a galera recebeu muito bem minha música e isso me motivou a investir e idealizar a ideia de gravar um disco. É muito bacana ver as pessoas torcendo junto com você pra que tudo dê certo. E a pessoa que mais me influencia sem dúvida alguma é meu pai. Ele faleceu quando eu tinha 8 anos de idade e boa parte das minhas composições atuais soam como coisas que me lembram ele. E minha mãe volta e meia diz que meu método de composição e timbre da voz são muito parecidos com os do meu pai. Me sinto honrado e orgulhoso. Sei que ele adoraria fazer parte disso tudo.

3. O que você gostaria de ver divulgado, do seu trabalho, nesta entrevista?
Eu tenho o meu primeiro EP “Inspiração” lançado em setembro de 2013, disponível no SoundCloud (https://soundcloud.com/gabrielricardofacre1). Como foi meu primeiro trabalho autoral num estúdio, tem um significado bastante especial! Também tenho meu canal no YouTube (https://www.youtube.com/channel/UCm6K9VfeZCHabeRM6NBbE0Q), onde divulgo algumas das minhas músicas e apresento alguns covers também!

4. Qual é a principal 'mancada' no Brasil, em se tratando de incentivo ao artista?
A maior mancada, acredito que seja a falta de interesse. Há investimento sim, mas vejo um investimento bastante limitado. Há dois casos: o artista que surge com uma canção que explode em todo país e de repente some e por outro lado vejo um investimento exaustivo em artistas com o mesmo estilo. Na verdade a mídia impõe muito hoje em dia um padrão musical ao público. Sorte a nossa que hoje temos a internet cada vez mais em expansão e dialogando muito bem com todos os tipos de público, e dando o devido espaço para artistas e bandas independentes, seja qual for o estilo. Nós temos tanta gente boa e de tanto talento, acho que as atuais condições que as plataformas digitais nos possibilitam hoje é muito essencial. Deixa aberto um leque de opções pra todos os gostos.E  música basicamente é isso: deve ser algo ilimitado, sem estereótipos pré-definidos e tem que estar ao alcance de todos.  

É difícil ser artista neste país? O que poderia ajudar?
Fazer, viver de arte no Brasil é muito complicado porque não há o devido incentivo ao artista. É o meio musical é bastante disputado. O que ajuda a melhorar um pouco essa perspectiva é a força de vontade que eu vejo que muitos artistas independentes têm, de correr atrás, de fazer acontecer. Acho muito importante e bonito esse movimento que vejo os artistas independentes fazerem, mesmo com as dificuldades, eles seguem em frente. Isso me inspira e me motiva também e espero que continue motivando todas as pessoas que têm um sonho, a realizá-lo.



5. Conte um pouco sobre carreira e onde deseja chegar.
Depois que eu lancei meu primeiro EP em 2013 fiquei bastante empolgado em continuar gravando. Foi uma novidade muito frenética pra mim. De lá pra cá, segui compondo, criando e tenho no mínimo três projetos musicais diferentes guardados na gaveta. Dois deles, cheguei a fazer o esboço de algumas músicas em 2014 no estúdio, mas tive que interromper por achar que talvez não fosse o melhor momento de fazê-los. E nos últimos quatro anos eu vinha compondo quase que compulsivamente e o ambiente de estúdio te incentiva muito a isso. Até que no inicio de 2015 compus algumas faixas novas que resultaram em um novo material. Terminamos de gravar no final do ano passado e estou me preparando para lançá-lo agora no primeiro semestre de 2016. É um disco bem animado e diferente de tudo o que já imaginei fazer até aqui. Foi desafiador. Nesse tempo em que estou na lida, aprendi a trabalhar minha paciência. Não adianta querermos apressar as coisas, tudo há seu tempo e temos que aproveitar cada momento. É justamente disso que o meu novo álbum fala. Tenho em mente apenas passar pras pessoas uma mensagem positiva através da minha música. Fazer com que de alguma forma eu seja lembrado e faça a diferença de alguma forma na vida das pessoas.

6. Como um site
www.gracianocaseiro.blogspot.com.br pode contribuir para 'os artistas', na sua opinião?

Acho superimportante!! A arte no geral, no nosso país precisa desse amparo e esse apoio na divulgação é fundamental. Tenho certeza que esse projeto ainda vai beneficiar muitos outros artistas. Aproveito o espaço pra agradecer ao Graciano, pelo convite. Aos meus amigos/parceiros que me apoiam e incentivam minha música, Léo Lima e Eduardo Rodiney. A todas às pessoas que de alguma forma, já aouviram minha música e torcem por mim! Muito obrigado!

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