Histórico da AGROPRATA

Histórico da AGROPRATA
Agricultura Orgânica Uma Vida Saudável Recentemente aconteceu um censo que indicou os seguintes resultados na região do Rio da Prata em Campo Grande, RJ, Brasil. Existem 15 Membros fundadores desde 2000 e mais 12 associados na Associação de Agricultores e Produtores Orgânicos do Maciço da Pedra Branca (Agroprata), somando a agricultura familiar aproximadamente 180 famílias de pequenos agricultores e produtores do Parque Estadual da Pedra Branca, através da adoção de práticas orgânicas, do beneficiamento da banana e do caqui e da conservação do ecossistema local. Temos um número de 3.800 moradias na região e aproximadamente 11.560 pessoas residentes naquela área conhecida como Polo da Gastronomia, Turismo e Cultural da Zona Oeste Carioca. Perspectivas: - ampliar o número de famílias participantes e envolver os jovens da comunidade local no projeto de Inclusão Digital. - fortalecer o processo associativo e cooperativo dos produtores e agricultores. - atrair novos consumidores e novos associados, colaboradores. - estreitar parcerias com a sociedade civil, empresas, centro sociais, universidades, comércio local, Ongs e os órgãos públicos. Conquistas: - ações conjuntas - a adoção de trabalho em mutirão para manejo dos bananais, elaboração de caldas orgânicas e com postagem são soluções para a falta de mão de obra, além de fortalecerem os vínculos entre os componentes do grupo. Atualmente, eles produzem a Banana Passa, o Caqui Passa e sua mais nova experiência Vinagre de Caqui. - mulheres na orgânica - várias agricultoras estão desidratando banana, caqui e vinagre de caqui agregando valor ao que produzem. Implantada como uma Associação dos Agricultores Orgânicos da Pedra Branca, comercialmente denominada, (Agroprata). Em Novembro de 2000, os agricultores do Rio da Prata de Campo Grande, resolvem criar a sua Associação para produzirem e cultivarem alimentos orgânicos, trabalhando pela conservação e recuperação ambiental do Maciço da Pedra Branca, pelo lado do Rio da Prata em Campo Grande, RJ. Oficialmente na data de 18 de Novembro de 2003, foi criada e Registrada na Receita Federal sob o CNPJ nº 05.437.129/0001-85. Sua localização é na estrada da Batalha, 204 ou caminho da virgem Maria. Como o local é reconhecido pela população local. Específicos: - Estimular a valorização da produção local; - Contribuir para melhorar a boa colheita nas comunidades envolvidas, visando o avanço; - Proporcionar às famílias da nossa sociedade do Rio da Prata em Campo Grande, uma diversão, com ritmos diversificados de vendas dos produtos orgânicos; - Introduzir hábitos saudáveis como o alimento nas famílias da produção rural; - Incentivar a ouvir e curtir o melhor da inclusão digital por meio de processo educativo, cultural e social; - Apoiar a auto-sustentabilidade via a produção de cursos para a comunidade local; - Garantir a participação da comunidade, de forma a manter, preservar e resgatar a cultura promovendo um projeto de cunho educacional, social e artístico; PÚBLICO ALVO: - Grupos sociais, educacionais, familiares, culturais e artísticos, adolescentes, jovens e adultos, comunidade local, trabalhadores formais e informais, idosos e pessoas situadas nas roças e sítios no Maciço da Pedra Branca. PERFIL DO PÚBLICO: - Dados de pesquisas recentes sobre o povo do entorno do Maciço da Pedra Branca, lado do Rio da Prata de Campo Grande, RJ, apontam à média de idade é de 22 anos na Região. - Aqueles que têm o 2º grau completo são 25%. - Nível superior completo 8% e 2% são pós-graduados. - Tem automóveis 25% e 68% são de evangélicos que os possuem. - Que possuem celulares 75%. - Planos de saúde 22% da população. - Conta corrente mais de 21% a possuem. - Mais de 32% do povo faz algum tipo de investimento financeiro. - Possuem computador com Internet 52% e, discada 28% no Rio da Prata. Influências na hora de comprar: - 58% a família. - 33% os amigos. - 39% experiências anteriores. - 46% televisão. - 25% jornais de bairros e 18% jornais de grande circulação. - 42% revistas regionais e segmentadas. - 28% rádios comunitárias e 19% rádios comerciais. - 39% Internet (BLOG e Sites). Hábitos e atitudes frente ao consumo: - Os moradores e agricultores não compram marcas desconhecidas por causa de economizar, não! São fiéis as marcas que gostam. Planejam bem a compra de produtos de boas procedências mais de 42%. - Procuram ofertas especiais e descontos38%. Leem as informações dos rótulos dos produtos 25%. - Acham que produtos poluentes ao meio ambiente devem ser proibidos mais de 67% e que os produtos orgânicos são excelentes mais de 78%. - Gostam de estar em dia com a moda e estilo 28%. Dão valor a indicações de amigos conhecidos sobre as propagandas da mídia 29%. Fontes: Associação de Moradores, Comércio local, Escolas e Associação dos Produtores Orgânicos e familiares. AGROPRATA – Estrada da Batalha, 204 Cep 23017-390 Rio da Prata – Campo Grande – RJ – Brasil Contatos: Rita Caseiro – Diretora Executiva da AGROPRATA Informações: 21- 99943 9537/ HORÁRIO COMERCIAL e-mail: agroprata@gmail.com

domingo, 7 de fevereiro de 2016

PAPO AMIGO ENTREVISTA GABRIEL RICARDO FACRE

Por Graciano Caseiro

1.     Qual foi o 'click' da sua arte que despertou esse talento?
Meu contato com a música começou desde muito cedo. Meu pai era músico, minha é cantora e desde que eu me entendo por gente eles estimulavam isso no meu desenvolvimento. Comecei a cantar aos 6 anos na igreja com meus pais, mas foi aos 13 que compus minha primeira música por causa de um festival de música na escola. Posso dizer que a escola também teve papel fundamental no meu desenvolvimento artístico. Foi participando dos festivais escolares e tendo apoio dos amigos que comecei a levar a composição um pouco mais a sério. Fiquei um tempo parado, depois comecei a fazer aulas de teclado e voltei a compor músicas novas. Daí uma coisa foi levando a outra, até que em 2011 decidi começar a gravar algumas das minhas músicas em estúdio pela primeira vez. Dois anos depois meu primeiro EP “Inspiração” estava pronto. Eu sonhava entrar em estúdio, gravar uma criação minha, mas esse foi só o primeiro passo.

2. Qual o fato ou pessoa que teve mais influência na sua atividade?
Começou de fato na escola, quando a professora de música decidiu fazer um festival. A regra era que os alunos compusessem uma música original. Compus pela primeira vez e o que me motivou naquele e nos anos seguintes foi a reação das pessoas. De apresentação em apresentação, a galera recebeu muito bem minha música e isso me motivou a investir e idealizar a ideia de gravar um disco. É muito bacana ver as pessoas torcendo junto com você pra que tudo dê certo. E a pessoa que mais me influencia sem dúvida alguma é meu pai. Ele faleceu quando eu tinha 8 anos de idade e boa parte das minhas composições atuais soam como coisas que me lembram ele. E minha mãe volta e meia diz que meu método de composição e timbre da voz são muito parecidos com os do meu pai. Me sinto honrado e orgulhoso. Sei que ele adoraria fazer parte disso tudo.

3. O que você gostaria de ver divulgado, do seu trabalho, nesta entrevista?
Eu tenho o meu primeiro EP “Inspiração” lançado em setembro de 2013, disponível no SoundCloud (https://soundcloud.com/gabrielricardofacre1). Como foi meu primeiro trabalho autoral num estúdio, tem um significado bastante especial! Também tenho meu canal no YouTube (https://www.youtube.com/channel/UCm6K9VfeZCHabeRM6NBbE0Q), onde divulgo algumas das minhas músicas e apresento alguns covers também!

4. Qual é a principal 'mancada' no Brasil, em se tratando de incentivo ao artista?
A maior mancada, acredito que seja a falta de interesse. Há investimento sim, mas vejo um investimento bastante limitado. Há dois casos: o artista que surge com uma canção que explode em todo país e de repente some e por outro lado vejo um investimento exaustivo em artistas com o mesmo estilo. Na verdade a mídia impõe muito hoje em dia um padrão musical ao público. Sorte a nossa que hoje temos a internet cada vez mais em expansão e dialogando muito bem com todos os tipos de público, e dando o devido espaço para artistas e bandas independentes, seja qual for o estilo. Nós temos tanta gente boa e de tanto talento, acho que as atuais condições que as plataformas digitais nos possibilitam hoje é muito essencial. Deixa aberto um leque de opções pra todos os gostos.E  música basicamente é isso: deve ser algo ilimitado, sem estereótipos pré-definidos e tem que estar ao alcance de todos.  

É difícil ser artista neste país? O que poderia ajudar?
Fazer, viver de arte no Brasil é muito complicado porque não há o devido incentivo ao artista. É o meio musical é bastante disputado. O que ajuda a melhorar um pouco essa perspectiva é a força de vontade que eu vejo que muitos artistas independentes têm, de correr atrás, de fazer acontecer. Acho muito importante e bonito esse movimento que vejo os artistas independentes fazerem, mesmo com as dificuldades, eles seguem em frente. Isso me inspira e me motiva também e espero que continue motivando todas as pessoas que têm um sonho, a realizá-lo.



5. Conte um pouco sobre carreira e onde deseja chegar.
Depois que eu lancei meu primeiro EP em 2013 fiquei bastante empolgado em continuar gravando. Foi uma novidade muito frenética pra mim. De lá pra cá, segui compondo, criando e tenho no mínimo três projetos musicais diferentes guardados na gaveta. Dois deles, cheguei a fazer o esboço de algumas músicas em 2014 no estúdio, mas tive que interromper por achar que talvez não fosse o melhor momento de fazê-los. E nos últimos quatro anos eu vinha compondo quase que compulsivamente e o ambiente de estúdio te incentiva muito a isso. Até que no inicio de 2015 compus algumas faixas novas que resultaram em um novo material. Terminamos de gravar no final do ano passado e estou me preparando para lançá-lo agora no primeiro semestre de 2016. É um disco bem animado e diferente de tudo o que já imaginei fazer até aqui. Foi desafiador. Nesse tempo em que estou na lida, aprendi a trabalhar minha paciência. Não adianta querermos apressar as coisas, tudo há seu tempo e temos que aproveitar cada momento. É justamente disso que o meu novo álbum fala. Tenho em mente apenas passar pras pessoas uma mensagem positiva através da minha música. Fazer com que de alguma forma eu seja lembrado e faça a diferença de alguma forma na vida das pessoas.

6. Como um site
www.gracianocaseiro.blogspot.com.br pode contribuir para 'os artistas', na sua opinião?

Acho superimportante!! A arte no geral, no nosso país precisa desse amparo e esse apoio na divulgação é fundamental. Tenho certeza que esse projeto ainda vai beneficiar muitos outros artistas. Aproveito o espaço pra agradecer ao Graciano, pelo convite. Aos meus amigos/parceiros que me apoiam e incentivam minha música, Léo Lima e Eduardo Rodiney. A todas às pessoas que de alguma forma, já aouviram minha música e torcem por mim! Muito obrigado!

Nenhum comentário:

Postar um comentário